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Como gerenciar e-commerce: boas práticas de TI para manter o negócio lucrativo

4 min de leitura
Carol Rahnig
Escritor

O setor de e-commerce deslanchou durante a pandemia e não para de crescer. Segundo levantamento da Neotrust, no Brasil, o segmento registrou um faturamento de 161 bilhões de reais em 2021, uma alta de 27% em relação a 2020. A pesquisa também destacou o aumento de 17% do número de pedidos em 2021 comparado com o ano anterior. Ao todo, foram 353 milhões de entregas.

A parceria de TI com outras áreas de negócio é essencial para manter a lucratividade, ou até exponencializar transações nesse segmento. Outros fatores essenciais para manter o e-commerce com boa rentabilidade é investir em:

·       estratégias de marketing;

·       inteligência do negócio;

·       experiência do cliente;

·       segurança da informação.

No entanto, todos esses elementos esbarram em um problema comum de negócios eletrônicos: pessoas especializadas em entregas digitais.

Com o boom da digitalização dos processos na pandemia, a formação de squads com profissionais sêniores de áreas de UX, MKT digital, inteligência de negócios e de desenvolvimento de novas tecnologias, é uma dor de cabeça para boa parte das empresas.

Mas calma, há soluções para essas barreiras, não se preocupe! Nesse post, vamos mostrar práticas que são essenciais para todos os tipos e tamanhos de negócio eletrônico, bem como mostrar como vencer a falta de talentos e montar a squad perfeita para os desafios de e-commerce. Confira!

Por que é importante entender o negócio antes de montar uma squad?

Avançar em direção a metodologias ágeis, com times multidisciplinares, requer uma habilidade de diálogo com as demais áreas da organização e com a sua própria equipe.

Caso a liderança de TI não conheça elementos básicos do negócio onde está inserida, tarefas como organizar equipe, dar clareza dos objetivos, promover a comunicação, exigir tarefas e medir o desempenho dos colaboradores, ficarão prejudicadas. Com isso, as entregas certamente serão abaixo do esperado.

Então, fique atento, a seguir, às particularidades de como garantir a lucratividade no segmento de comércio eletrônico.  

Una iniciativas de marketing com tecnologia

O marketing digital é uma das melhores maneiras de aumentar as vendas do comércio eletrônico. Uma estratégia bem definida ajudará o negócio a alocar orçamento e recursos nos canais que podem gerar mais vendas e receitas para o negócio.

E o maior parceiro estratégico da área de MKT digital é obviamente o setor de Tecnologia da Informação, especialmente nesse segmento. Os profissionais de marketing, em conjunto com as pessoas de TI, elaboram diferentes técnicas para direcionar o tráfego para um site e converter visitantes em clientes. Dentre as práticas mais usadas por esses especialistas estão:

·       A otimização do SEO de produtos e sites;

·       Investimento em marketing de conteúdo;

·       O estudo de dados preditivos para realizar campanhas publicitárias; 

.       Múltiplos testes de conversão dentro da experiência de uso;

·       Envio de ofertas personalizadas.

Conheça as métricas do negócio

As táticas de MKT digital e de TI estarão sempre relacionadas às métricas do negócio. Não adianta fazer altos aportes financeiros em tecnologias e divulgação da marca se não há clareza nos KPIs do e-commerce .

Portanto, o primeiro passo para manter o comércio eletrônico lucrativo é acompanhar, de perto, o resultado de alguns índices da loja virtual, tais como:

·       Taxa de conversão 

·       Taxa de abandono do carrinho

·       Custo de Aquisição do Cliente (CAC)

.       Taxa de rejeição

.       ROAS (Return on Ad Spending)

.       Vendas (mais importante rs)

Compreender os dados dessas métricas podem ser valiosos para saber quais são as maiores fontes de renda do e-commerce, quais são as campanhas que performam melhor e qual é a eficiência dos processos de atendimento e fidelização de clientes.

Alinhe estratégias de business intelligence e CRM

Além de conhecer os indicadores específicos do negócio, saiba que a contratação de ferramentas, ou de pessoas especializadas na análise de dados alinhada às tecnologias de gestão de relacionamento com o cliente, pode ser o grande diferencial nas entregas de e-commerce

A análise dos dados complexos do comércio eletrônico ajuda as lojas virtuais a determinar a melhor disposição de produto, momentos mais propícios a novas ofertas de acordo com o comportamento de compra, preço e publicidade para maximizar seus lucros.

Além disso, a combinação de big data com outros dados de CRM, em tempo real, pode melhorar a análise do cliente e levar à modelagem preditiva, conectando seu comércio digital às reais necessidades do cliente de forma mais rápida. 

Crie uma experiência de compra agradável

Quem não se irrita com supermercados onde os produtos ficam jogados, sem uma lógica de compra, e cujos preços que estão nas prateleiras não condizem com os valores que estão no sistema.

Essa desorganização do comércio físico também pode ser percebida por usuários de e-commerce. Se a sua loja digital não atender aos mínimos requisitos de usabilidade do comprador virtual, ele abandonará o carrinho, não efetuará a compra e dificilmente entrará no seu site novamente.

E não pense que são poucos os compradores virtuais que desistem da compra. Um estudo sugere que a maioria (87%) dos consumidores não efetuam a compra quando o processo de checkout da compra é complicado e burocrático, por exemplo.

Não deixe, portanto, de investir na experiência de compra do usuário, facilitando sua navegabilidade pelo site. Lembre-se: lojas virtuais com designs simples têm taxas de conversão mais altas.

Empregue práticas de segurança 

A segurança é possivelmente o recurso mais importante de um comércio eletrônico, ou pelo menos deveria ser. Sem a segurança adequada, os proprietários de negócios virtuais colocam a si mesmos, sua marca e seus clientes em risco com possíveis fraudes e até mesmo roubo de identidade.

De acordo com um levantamento da Imperva, empresa de segurança na web, quase um terço (29%) do tráfego dos sites são bots tentando prejudicar os negócios virtuais. Por isso, a área de TI precisa garantir um ambiente seguro aos usuários, investindo na aquisição de selos que indicam a cibersegurança do site.

Agora mais do que nunca a liderança de TI também precisará ficar atenta às práticas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Dessa forma, é possível evitar ou minimizar problemas de exposição de dados dos usuários de e-commerce.

Mesmo assim, caso o pior aconteça, o sequestro de dados (ransomware), crie previamente uma política de gestão desse tipo de crise. 

Busque especialistas técnicos 

Até agora você não conseguiu ver como operacionalizar todas essas dicas?

Não se desespere, não é preciso admitir profissionais para cada um dos tópicos aqui abordados.

A dica aqui é contratar consultorias tech que podem auxiliar o seu negócio em todos os aspectos técnicos para montar o squad ideal para atender às demandas de e-commerce.

Essa equipe de especialistas no comércio digital, vai trazer resultados expressivos de receitas e até mesmo de otimização de custos, indicando onde os recursos podem ser alocados para um melhor retorno de investimento.

Gostou das dicas? Que tal se aprofundar um pouco mais no universo de UX? Nesse post, contamos como profissionais qualificados de UX fazem a diferença para aumentar as vendas no comércio eletrônico.

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